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Ergonomia participativa: Você já ouviu falar?

ergonomia participativaCada vez mais empresas são responsabilizadas pelos malefícios causados na vida de seus colaboradores. Estresse, problemas na coluna, dores e tantos outros fatores. Mas você sabia que suas atitudes têm tudo a ver com isso?

Dados revelam que, a cada 100 profissionais, um possui sintomas do LER – lesão por esforço repetitivo, líder no ranking de causas de afastamento do trabalho, de acordo com dados divulgados pela Previdência Social. Esse conjunto de ‘incômodos’ fazem parte do que chamamos de resultado de uma ergonomia negativa e que, certamente, você já deve ter ouvido falar.

Mas e ergonomia participativa, você conhece?

Quando algo não está bem e você sente sua coluna ‘reclamar’, ou seu rendimento cair, alguma coisa está acontecendo. Mas como a empresa vai corrigir e melhorar a situação se você não falar? Ergonomia participativa significa feedback, fornecer informações de baixo para cima, do colaborador ao cargo superior.

“É fundamental que as empresas tenham pessoas responsáveis por essa parte, que pode ser alguém do RH, um gerente e até mesmo um líder. O que precisa é envolver a todos. Todos possuem sua parcela de participação”, explica Antonio Claudio Fretz, fisioterapeuta e sócio do Maha Studio do Corpo.

Como orientação, o fisioterapeuta indica quatro primeiros passos para implantar um comitê em sua empresa, responsável pela ergonomia participativa:

  • Implantar sistema de reuniões periódicas para coletar informações sobre a qualidade das condições de trabalho;
  • Contratar um fisioterapeuta que possa realizar uma avaliação ergonômica nos diferentes setores da empresa;
  • Readequar ambiente de trabalho de acordo com a avaliação previamente feita e,
  • Implantar sistema de ginástica laboral, geralmente de 10 a 15 minutos por turno.

“A partir disso as reuniões devem ser periódicas, com orientações de especialistas, pesquisa organizacional”, explica Fretz. E completa. “É um trabalho contínuo, mas que oferece benefícios para ambos: empresa e profissionais”.

Sobre Maha Studio do Corpo: Maha Studio do Corpo é um dos maiores studios de pilates. O espaço atua com técnicas de pilates, yoga, lutas e estética, além de formação de novos profissionais em pilates e eventos.  Localizado no bairro de Moema, em São Paulo, Maha Studio do Corpo oferece o melhor em cuidados com a saúde e bem estar de seu público, por meio do trabalho com o corpo através de atividades físicas individuais ou em pequenos grupos, em um ambiente tranqüilo e relaxante.

Saiba mais em www.mahapilates.com.br e acompanhe as notícias nas redes sociais HTTP://twitter.com/mahapilates

7 dicas para reter o colaborador na empresa

Planejamento de carreira: Mais função para os gestores de RH

Artigo: Como fazer seu colaborador permanecer na empresa?

Artigo assinado por Evaldo Burcoski, diretor da Humanus. Acesse www.humanus.net.br

ARTIGO: CAMINHAMOS PARA UM ‘APAGÃO DE TALENTOS’

Caminhamos para um “apagão de talentos”

* Por Evaldo Burscoski

É um cenário contraditório, mas real. Enquanto temos um índice crescente de desemprego, com 5,5% dos brasileiros (somente nas regiões de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Porto Alegre e Belo Horizonte) disponíveis no mercado, segundo pesquisa realizada pelo IBGE no início deste ano, o RH encontra outro ‘gap’: o apagão de talentos.

Com a alta taxa de rotatividade, decorrente das gerações y, z, baby boomers e outras; profissionais que vão para fora do país para novas – e promissoras – oportunidades; exigências em formação e conhecimentos de mercado e tantos outros fatores, a área de Recursos Humanos sofre com a escassez de talentos disponíveis no mercado e que atendam as expectativas da empresa.

Segmentos como agrícola, lojística e outros, sentem ‘na pele’ as mudanças do setor e com isso, as alterações no perfil do profissional, que ‘corre contra o relógio’.

Mas, onde está a solução?

É o momento das empresas deixarem de lado a Síndrome B.G.O.P (Boca Grande e do Ouvido Pequeno), quando gestores e o RH se importam mais em exigir de seus colaboradores e esquecem de ouvi-los.

Sugiro algumas ações:

Avaliação de Desempenho: Você sabe se dentro da sua própria empresa já tem um colaborador capaz de ocupar aquela vaga disponível? Talvez se você prestar atenção não seja necessário fazer uma nova contratação, mas dar a chance àquele que já faz parte de seu quadro, valorizando o profissional e motivando sua equipe;

- PDI (Plano de Desenvolvimento Individual): como está o plano de desenvolvimento de seus colaboradores para os próximos cinco anos? Não espere o fim do ano para pensar nisso. Planejamento de carreira e oportunidades deve ser analisado todos os dias e,

- Treinamento: Exigir qualificação por graduação, especialização ou outros cursos gerais pode e deve ser uma ação continuada e crescente do mercado. É isso que mantém a qualidade do setor e define o próprio plano de carreira e oportunidades para cada um. Mas, se sua empresa atua em um segmento específico e você precisa de um profissional que entenda do ramo, então treine-o, capacite-o, para que ele atenda de modo eficaz o que sua empresa precisa .

Esses são alguns dos pontos que sugiro. Cada caso é um caso e cada empresa sabe o que precisa (ou pelo menos deveria).

Acompanhar esta corrida de talentos e oportunidades não é só função do profissional, mas da empresa também. Não devemos pensar como aquele velho ditado “Quem ri por último ri melhor”. Os últimos serão vítimas da falta de opção e terão ao seu lado, profissionais que não oferecem risco aos concorrentes, sendo medianos em sua capacidade e superficiais em seus objetivos.

E então, mãos à obra?

Gestores e RH, vamos em frente!

 

* Evaldo Burcoski é diretor da Humanus – CR Sistemas, empresa especializada em Gestão do Capital Humano. Para mais informações acesse: www.humanus.net.br