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Cuidado com as dietas da moda

Dieta da proteína, dieta rica em gordura e tantas outras caem cada vez mais no gosto popular com a promessa de redução rápida do peso. Nefrologista alerta que a manutenção do peso estável pressupõe uma ingestão energética equilibrada, principalmente para não sobrecarregar os rins

Hábitos alimentares são formados a partir da experiência familiar e do ambiente social. Na busca do ‘corpo ideal’, muitas vezes são divulgadas dietas impróprias e conceitos inadequados a respeito da saúde do ponto de vista nutricional.

Segundo a nutricionista da Fundação Pró-Rim, Dyane Correa, a grande maioria das dietas da moda levam realmente a uma perda de peso em pouco tempo, porém, assim que são interrompidas provocam aumento considerável, superando muitas vezes o peso anterior e levando ao desestímulo.

“Cada nutriente ingerido desempenha função específica no organismo. Sendo assim, a restrição e ou o excesso desses nutrientes podem trazer consequências sérias para a saúde, inclusive dos rins, no caso das dietas a base de proteínas, por exemplo”, alerta Dyane.

A nutricionista explica que a ingestão de proteínas – nutrientes indispensáveis para a formação e manutenção dos tecidos e para o metabolismo – em excesso, pode causar sobrecarga renal e hepática, com decorrente desidratação, desequilíbrio eletrolítico e perda de tecido magro. Da mesma forma, o uso de suplemento hiperproteico, indicado apenas em situações específicas, só deve ser utilizado com orientação correta.

Já os carboidratos, segundo Dyane, desempenham funções metabólicas importantes e são considerados a fonte primária de energia. Eles fornecem combustível para o cérebro, medula, nervos periféricos e células vermelhas do sangue. Dessa forma, a ingestão alimentar insuficiente traz prejuízos ao sistema nervoso central.

Os lipídios também são responsáveis por desempenhar as funções energéticas estruturais e hormonais no organismo. Porém, as dietas ricas em gordura contribuem para o surgimento da obesidade, diabetes mellitus, colesterol e doenças cardiovasculares que podem levar a insuficiência renal crônica (IRC).

Uma dieta nutricionalmente equilibrada, segundo Dyane, deve seguir redução calórica gradual, sem restrições drásticas, rica em fibras alimentares, adaptadas ao estilo de vida, às intolerâncias e preferências, prescritas individualmente por profissional habilitado, e, aliada sempre à atividade física regular. Este é o caminho correto para mudar o comportamento alimentar, e atingir assim a meta de todos, que é o peso adequado.

“A manutenção do peso pressupõe uma ingestão energética equilibrada com as necessidades do organismo, incluindo o metabolismo basal e as atividades físicas em geral”, enfatiza a nutricionista da Pró-Rim.

Sobre a Fundação Pró-Rim (www.prorim.com.br): A Fundação Pró-Rim é uma entidade sem fins lucrativos com 25 anos de atuação. Realiza tratamento de doenças renais crônicas e possui unidades em Santa Catarina e Tocantins. Está entre as 8 instituições que mais realizam transplantes renais no país e foi a primeira unidade de hemodiálise de SC a receber o nível máximo de Qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA). Pelo quinto ano consecutivo foi eleita pela Revista Exame, como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

Pró-Rim abre inscrições para Especialização em Nefrologia

Seleção acontece dia 13 de janeiro de 2014

 

Estão abertas as inscrições para a Especialização Médica em Nefrologia da Fundação Pró-Rim. Os interessados podem se cadastrar diretamente no site da Fundação (www.prorim.org.br) até esta sexta-feira, 10 de janeiro.

especialização é oferecida na Unidade Matriz da Pró-Rim em Joinville e dispõe de duas (2) vagas. As provas acontecem no dia 13 de janeiro, com 20 questões objetivas de clínica médica com ênfase em nefrologia.

O Programa de Estágio da Pró-Rim, certificado pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), já formou 25 residentes desde 1995 e oferece duas modalidades de atuação. Para profissionais que já possuem clínica médica, com duração de dois (2) anos e para quem deseja fazer especialização em clínica médica e em nefrologia, com duração de quatro (4) anos.
Diferenciais do Programa

Fundação Pró Rim e sua parceria com os hospitais de Joinville compõem um serviço de Nefrologia de referência no Brasil, com oportunidade de convivência nas áreas de clínica médica, transplante, hemodiálise, diálise peritoneal, pesquisa entre outras. Permite também o acompanhamento de procedimentos invasivos relacionados à nefrologia, como implante de cateter de duplo lúmen para hemodiálise, implante de cateter para diálise peritoneal, biopsias de rim nativo e de rim transplantados.

A médica Silvane Sebben conclui este ano a residência em nefrologia pela Pró-Rim. Para ela um dos diferenciais está no convívio com os pacientes e acompanhamento de vários casos clínicos.

Dra. Luciane Mônica Deboni, coordenadora de Transplantes da Pró-Rim e responsável pelo programa, destaca que a residência é acompanhada de atividades didáticas diárias, como reunião de anatomia-patológica, revisão e discussão de casos de biopsias renais, aulas de transplante renal e nefrologia clínica e participação em reuniões multidisciplinares.

O estágio também abre portas para programas de doutorado e mestrado, além de incentivos vindos da Pró-Rim para realização de cursos, participação em congressos e outros eventos da área, destacou o diretor clínico Dr. Marcos Vieira.

Para o presidente da Fundação, Dr. Hercilio da Luz Filho, está é uma oportunidade única para quem deseja seguir uma carreira de sucesso na área: “O profissional selecionado terá um grande fluxo de casos clínicos nas mãos e isso é essencial para a descoberta e aperfeiçoamento profissional”.
Mais informações

Data da Prova: 13/01

Horário: 8h30 Local: Instituto Pró-Rim de Educação e Pesquisa em Saúde (IPREPS)

Rua Alexandre Dumas, 50, Joinville – SC Vagas: 2


									

Papai Noel luta contra doença renal

Com olhar nobre e a voz serena, Sr. Valdevino Pereira, mais conhecido como Papai Noel da Pró-Rim conta sua história. Há quase dois anos faz hemodiálise três vezes por semana, é diabético, e traz consigo uma grande história de vida. Apesar de todas as peças que a vida já lhe pregou, ele nunca perdeu a vontade de fazer o bem e compartilhar o amor. Já a partir dos 7 anos de idade trabalhava para garantir moradia e alimentação, morou longe dos pais, não teve a oportunidade de estudar, mas sempre teve muita garra para correr atrás do que queria. Já adulto veio para Joinville, casou-se, teve 3 filhos e hoje tem netos.

 

Uma vida marcada por tristezas alimentou a vontade de fazer o bem, de levar o amor, de mostrar o lado bom de uma pessoa tão sofrida. Há quase 20 anos, cultiva a barba de Noel e todos os Natais veste-se de Papai Noel para encantar crianças e adultos. Seu maior desejo é poder realizar o pedido de todas as crianças e essa é uma das coisas que mais frustra o coração do bom velhinho “às vezes as crianças me fazem pedidos que realmente não posso atender, quando consigo peço contribuição nas lojas, mas é muito difícil. Se eu tivesse dinheiro, iria comprar todos os presentes pedidos”, conta o Noel com lágrimas nos olhos.

O sofrimento por não poder presentear as crianças o leva a crer ainda mais na força do amor, sempre deseja o bem às pessoas e principalmente, que elas nunca percam o espírito natalino, que sejam menos “malvadas” e mais amorosas umas com as outras. “Se as pessoas se amassem mais, não haveria tantas coisas ruins no mundo”, comenta o Papai Noel.

Embora seja tão sábio em relação à vida, não recebeu instruções desde cedo sobre cuidados com saúde e por isso hoje precisa fazer hemodiálise. Para muitos essas sessões poderiam ser um martírio e até mesmo um motivo para ser mal humorado e revoltado, mas para Sr Valdevino é diferente: “eu sei que preciso desse tratamento, sei que preciso cuidar com a minha alimentação e nem por isso vou desistir de lutar. A vida me ensinou a ter força e muita fé para ultrapassar obstáculos e se o que me mantém vivo é este tratamento, eu faço porque gosto de viver”, conta.

Sobre ser Papai Noel: Sr. Valdevino foi o tradicional Papai Noel da década de 80/90 em Joinville, tirou inúmeras fotos com crianças nos Shoppings Americanas, Mueller entre tantos outros da cidade: “Eu gosto de ser Papai Noel, me aperfeiçôo a cada ano. Quem diz que não sou Papai Noel é porque não gosta! Mas tem muitas pessoas que gostam.” Ele ainda conta que não gosta de quando os “Papais Noeis” se vestem e colocam barbas de algodão: “Existem muitas diferenças entre quem não tem o espírito de natal. Papai Noel de verdade cuida da barba, das crianças, faz a coisa certa com amor às pessoas. Quando vejo um que não é de verdade, digo para as crianças puxarem a barba,” comenta com graça.

Quando pedimos que ele sorrisse para uma foto, enquanto estava na máquina de hemodiálise ele hesitou: “Não consigo sorrir assim, meu riso é para as crianças, só vendo o sorriso verdadeiro delas consigo sorrir.” Ele diz que criança não tem maldade, criança tem pureza no coração e isso o alegra.

 

Artigo: conhecimento em transplantes renais

Por Dra. Luciane M. Deboni

Pesquisar, estudar, compartilhar e disseminar conhecimento sempre fez parte dos planos da Fundação Pró-Rim. Dar mais qualidade de vida aos nossos pacientes renais, também.

Através da atualização médica e da participação em eventos especializados, a equipe multidisciplinar traz para a prática diária um novo olhar para com o paciente. Quando o conhecimento e a prática são aliados, os resultados são excelentes e o serviço que prestamos se desenvolve cada vez mais. Com esse foco, em novembro, conquistamos a marca de 1.200 transplantes renais realizados com pacientes de todo o Brasil.

Na área do transplante renal a evolução através do conhecimento é constante. Recentemente, participamos do Congresso Brasileiro de Transplantes com a apresentação de trabalhos significativos. Esse é um evento de grande porte com milhares de pessoas participando, não somente médicos, mas todos os profissionais envolvidos no processo de transplante e que estão submergidos neste universo envolvente e fascinante que é o transplante de órgãos. E a participação da Pró-Rim também tem ocorrido assim.

A nossa equipe multidisciplinar estava ali, lado a lado de grandes instituições como Unifesp, Usp, UFRGS, compartilhando o fruto do nosso trabalho diário com os pacientes, e apresentou trabalhos que são resultados de uma atuação multidisciplinar no ambulatório de pré e pós transplante ao longo desses 26 anos de história.

Dentre eles, estão o perfil dos primeiros 1.000 transplantes renais e doadores da Fundação Pró-Rim; Causas de Conversão para Everolimo; Perfil da ITU (Infecção do Trato Urinário) em 2 anos de seguimento no Ambulatório de Pós transplante e um estudo na área de psicologia sobre internação hospitalar com um comparativo entre pacientes em lista de transplante renal e pacientes que não estão em lista de transplante renal.

Agora, é o momento de prepararmos os futuros trabalhos. Para a próxima edição do evento, já começamos um estudo de prevalência de polioma vírus na população transplantada. Este é um vírus que vive latente na população, e que no transplante, pode entrar em fase de replicação e causar dano renal. Nenhum centro no Brasil fez até hoje um estudo de todos os seus pacientes usando a técnica do PCR como método diagnóstico. Este, por exemplo, é um trabalho em parceria com o Hemosc, que viabilizou a realização destes exames, e certamente participarão da publicação dos resultados.

Por fim, gostaria de destacar que um outro aspecto muito importante é o compartilhamento de experiências com outras equipes do Brasil. Sempre que interagimos com colegas da mesma área voltamos renovados, entusiasmados e gratificados por comprovar que realmente o que fazemos em Joinville é um transplante de muita qualidade, que os recursos que oferecemos aos nossos pacientes são os mesmos, por vezes até melhores, do que aqueles dos grandes centros universitários.

A Pró-Rim tem se tornado cada dia mais referência nos transplantes renais. Estamos recebendo pacientes de todo o país para realizar seus tratamentos junto a nossa equipe.  Enxergamos isso como uma grande responsabilidade a nós confiada. Para isso, o conhecimento é o principal elemento neste processo de cuidar de quem precisa de nós. Ao buscarmos a atualização em congressos médicos de referência na área e – principalmente – acelerarmos a nossa produção científica, compartilhamos a nossa experiência, disseminamos conhecimento e amadurecemos para nos tornarmos cada vez melhores. Sempre para razão de ser: nossos pacientes.

* Dra. Luciane M. Deboni é médica coordenadora do setor de Transplante Renal da Fundação Pró-Rim


									

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Santa Catarina está entre os estados com menor lista de espera para transplantes renais

Na Semana Nacional de Doação de Órgãos, Fundação Pró-Rim anuncia mais de 1170 transplantes de rins

 

Setembro de 2013 – O Brasil ocupa o segundo lugar do mundo em número de transplantes, segundo a ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos). E este é o assunto da vez, onde se comemora a Semana Nacional de Doação de Órgãos.

De acordo com dados divulgados, no país, 30 mil pessoas aguardam na lista de espera e, de cada 10 pessoas abordadas, quatro se negam a doar os órgãos de seus familiares. Este é um dado preocupante para quem espera uma chance de vida. A maior lista de espera é por um rim – 20 mil pessoas. Em seguida estão os que precisam de transplante de córnea, fígado, coração e pulmão, respectivamente.

Santa Catarina é o 5º estado que mais faz transplantes por população e é o segundo com a menor lista de espera por milhão de habitantes em relação às demais regiões. Distrito Federal ( 147), Santa Catarina ( 334), Rio Grande do Sul (1049), Paraná (1116) e SP ( 8873). As equipes recebem treinamento intensivo sobre diagnóstico de morte encefálica e abordagem familiar, o que facilita a decisão na hora da doação pelos familiares.

A Fundação Pró-Rim, localizada em Joinville (SC), está entre as oito instituições que mais realizam transplantes de rim no Brasil.

A entidade junto com o Hospital Municipal São José já realizou 1179 transplantes ao longo de seus 25 anos e é uma das poucas no ranking que não fazem parte de complexo universitário e acompanha a média nacional de transplantes.

“54% dos transplantes realizados aqui são de pacientes procedentes de outras unidades de diálise”, explica Dr. Hercilio Luz, presidente da Fundação. Mato Grosso, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, são os Estados que mais enviam pacientes para tratamento e transplantes para a Pró-Rim.

Dos procedimentos realizados em 2012, a maioria, cerca de 80%, é de doadores falecidos “Por isso um trabalho de conscientização sobre a importância de doação de órgãos é extremamente importante”, enfatiza o médico.

E completa. “Hoje, milhares de vidas dependem da consciência de familiares que perderam entes queridos, para continuar. É importante ressaltar que quem quiser ser doador não precisa deixar nenhum documento expresso. Basta conversar com os familiares, manifestando esse desejo. Cabe à família cumprir a vontade do doador. Para o receptor acontece também a oportunidade de uma nova vida”.

Confira abaixo mais dados sobre o Transplante de Rins no Brasil, segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO):

 

Dados sobre a doação de Órgãos sólidos – 1º semestre 2013 (RBT)

Órgão Número Vivo Falecido
Rim 2.707 663 2.044
Fígado 844 60 784
Coração 126   126
Pulmão 42 2 40
Pâncreas/Rim 65   65
Pâncreas 15   15
Total 3.799    

 

Doadores efetivos – 1º semestre 2013

São Paulo 415
Rio de Janeiro 112
Paraná 106
Minas Gerais 104
Rio Grande do Sul 99
Ceará 89
Santa Catarina 75
Bahia 59
Pernambuco 52

 

Doadores potenciais – 1º semestre 2013

São Paulo 1152
Rio de Janeiro 386
Minas Gerais 291
Paraná 289
Rio Grande do Sul 266
Pernambuco 263
Ceará 232
Bahia 220
Santa Catarina 187

 

Sobre a Fundação Pró-Rim (www.prorim.com.br): A Fundação Pró-Rim é uma entidade sem fins lucrativos com 25 anos de atuação. Realiza tratamento de doenças renais crônicas e possui unidades em Santa Catarina e Tocantins. Está entre as 8 instituições que mais realizam transplantes renais no país e foi a primeira unidade de hemodiálise de SC a receber o nível máximo de Qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA). Pelo quinto ano consecutivo foi eleita pela Revista Exame, como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

DIÁLISE PERITONEAL TRAZ CONFORTO E COMODIDADE À PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL

Tratamento nefrológico é feito em casa e assessorado por equipe multidisciplinar

A área de Nefrologia é acompanhada de processos cuidadosos e complexos, entre eles a diálise peritoneal. Assim como a hemodiálise, a diálise peritoneal tem a mesma finalidade de tirar o excesso de água e de substâncias tóxicas que deveriam ser eliminadas por meio da urina do paciente, que por ter insuficiência renal não consegue naturalmente.

A diferença principal desse processo é que ao invés dele ser feito em uma unidade de hemodiálise e com ajuda da equipe de enfermagem, a responsabilidade é atribuída ao paciente, a família ou ao cuidador.

Esta tarefa exige cuidados específicos, mas é uma opção de tratamento, que pode ser muito bem sucedida, oferecendo qualidade de vida ao paciente que não precisa se locomover até a unidade de hemodiálise.

Quando o paciente decide por este tratamento, conforme indicação médica, passa por um procedimento cirúrgico de implantação do cateter na barriga (peritônio), que é encaixado posteriormente nas bolsas de filtragem.

Primeiro acontece a infusão do líquido (glicose) e depois ocorre a drenagem desse material que filtrou o sangue.

Existem dois métodos de diálise peritoneal. O método manual chamado CAPD (Diálise Peritoneal Ambulatorial Contínua) que utiliza 4 trocas de bolsa por dia, realizada pelo próprio paciente ou pelo cuidador. E a DPA (Diálise Peritoneal Automatizada), na qual o procedimento acontece com o auxílio de uma pequena máquina, que dialisa aos poucos. Este pode ser feito inclusive quando o paciente deita para dormir.

Apoio da equipe

A Pró-Rim conta com uma equipe preparada para o atendimento dos 80 pacientes que optaram pela diálise em casa. Segundo Claudete Gasparim, enfermeira que coordena este tipo de tratamento em Joinville, não existe hora nem dia para ajudar a auxiliar os pacientes. “Já atendi muitos em diversos horários e situações. Se necessário, a equipe está sempre disposta a ajudar”, enfatiza.

Muitas vezes por insegurança e falta de tempo os pacientes preferem a hemodiálise. Antes disso, esse processo também é avaliado por toda a equipe multidisciplinar, responsável por analisar separadamente cada caso.

Para chegar à terapia certa Claudete explica que é feita uma avaliação conjunta entre a equipe, paciente e família. “Sempre levamos em consideração questões psicológicas, assistenciais, socioeconômicas e culturais do paciente”, completa.

Um exemplo de apoio no tratamento

Um bom exemplo de cuidado na diálise peritoneal acontece com a família do paciente Bruno Matheus Carlet, 15 anos, de Rio Negrinho. A mãe Célia da Chagas Lemes, 55 anos, está muito satisfeita com o tratamento do filho, que começou a dialisar há mais de 1 ano.

“Por indicação médica optamos pela diálise peritoneal e recebemos treinamento e orientação da equipe. Foi a melhor escolha, pois o Bruno sempre reagiu muito bem e pode continuar com a rotina normal, além de ficar mais em casa com a família”, afirma Célia.

As sessões são realizadas por volta das 22h e duram em torno de 8 horas. Enquanto isso Bruno dorme e descansa. “Só tenho a agradecer a Pró-Rim por todo cuidado conosco, sempre que precisamos fomos muito bem atendidos pela equipe. Temos todos no coração”, relata Célia.

PRÓ-RIM ANUNCIA CAMPANHA ‘RINS EM DEFESA DA VIDA’

8 DE MARÇO: DIA MUNDIAL DO RIM

PRÓ-RIM ANUNCIA CAMPANHA “RINS EM DEFESA DA VIDA”

Estima-se que no Brasil cerca de 10 milhões de pessoas sofram de algum grau de Doença Renal Crônica 

São Paulo, 6 de março de 2012 – No próximo dia 8, a Fundação Pró-Rim (www.prorim.org.br)  promoverá a campanha do Dia Mundial do Rim. Com o tema “Rins em Defesa da Vida”, a data será lembrada em várias regiões do Brasil e do mundo por entidades ligadas à Sociedade Brasileira de Nefrologia, Sociedade Internacional de Nefrologia (ISN) e Federação Internacional das Fundações Renais (IFKF). O objetivo é chamar atenção das esferas governamentais e da população em geral sobre as questões relacionadas à Doença Renal Crônica (DRC).

De acordo com o diretor Clínico da Pró-Rim, Dr. Marcos Vieira, “é uma ocasião oportuna para educar a população sobre esta doença silenciosa que atinge muitas pessoas, principalmente hipertensos e diabéticos”.

Durante a semana do Dia Mundial do Rim, a instituição fará uma série de ações de comunicação nas redes sociais on-line visando promover o compartilhamento de mensagens sobre a importância da prevenção da doença renal.

Os 1.000 transplantes renais realizados pela Pró-Rim, marca atingida no último dia 24 de fevereiro, também serão lembrados durante a campanha. Para o paciente que já possui insuficiência renal crônica, o transplante é o tratamento que proporciona melhor qualidade de vida. E a Pró-Rim é uma das 10 instituições que mais fazem esse tipo de cirurgia no país.

O eficiente sistema de captação de órgãos em Santa Catarina e a qualidade do tratamento na Pró-Rim tem feito com que diversos pacientes renais de outros estados busquem a instituição para a realização de seus transplantes. Do total de cirurgias realizadas em 2011, 35% foi em pacientes de fora de SC.

Sobre a Doença Renal Crônica

Atualmente, a DRC – Doença Renal Crônica – é considerada um problema de saúde pública. Em todo o mundo, mais de um milhão de pessoas estão em diálise e outros tantos milhões apresentam algum grau de perda de função renal.

Estima-se que no Brasil 10 milhões de indivíduos tenham algum grau de DRC. De acordo com o último Censo da Sociedade Brasileira de Nefrologia, existem mais de 90 mil brasileiros em diálise, com um custo anual de R$ 2 bilhões. Na última década, houve um aumento de mais de 100% no número de pacientes em diálise. Como causa de DRC, o censo apontou 35,2% para hipertensão e 27,5% para diabetes.

Sobre a Fundação Pró-Rim: A Fundação Pró-Rim é reconhecida como instituição de utilidade pública municipal, estadual e federal. Está situada nos estados de Santa Catarina e Tocantins.

– Realiza por ano cerca de 100.000 sessões de hemodiálise.

– Está entre as 10 instituições que mais transplantam no país.

– Atingiu a marca de 1.000 transplantes renais, sendo o primeiro feito em 1978.

– Conta com ambulatório de transplantes renais, no qual médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais preparam, inscrevem em lista e acompanham os pacientes. Após o procedimento, dão acompanhamento clínico periódico. Todas as consultas são gratuitas e realizadas pelo SUS.

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