Planejamento tributário, como simplificação do PIS/Cofins, evita multas
Empresas que incluem os tributos no planejamento final garantem melhor organização e entrega das obrigações fiscais em dia
O final do ano se aproxima e chega a hora das empresas começarem a preparar os planejamentos para o próximo ano. As companhias que criaram comitês especializados estão preparadas e vão incluir os tributos a pagar no ano que vem. Para as que não criaram os comitês ainda dá tempo de incluir na agenda as datas das obrigações fiscais e evitar surpresas.
“É importante que as empresas tenham um planejamento tributário para gerenciamento de seus tributos que efetivamente são incorporados em sua atividade pela legislação visando reduzir a carga tributária. Dentre um conjunto de ações, é fazer um levantamento para identificar riscos e oportunidades fiscais”, explica Carlos Angelini, consultor tributário da H2A Soluções Corporativas, especializada em soluções práticas em assessoria de TI nas áreas contábil, fiscal e tributária.
O executivo alerta para as novas normas que serão divulgadas pelo governo e aponta a importância da participação em encontros tributários para obter informações sobre as novas demandas fiscais. “As mudanças que merecem cuidados e atenção especial são as declarações eletrônicas, é importante muita organização para que a companhia não seja afetada”.
As empresas continuam cometendo erros relacionados às obrigações fiscais, a mais comum é não ter em mente que o planejamento é o melhor meio preventivo a ser realizado, sem ele o erro das informações pode trazer sérios prejuízos financeiros.
O executivo ressalta que existem soluções eficazes para evitar os erros e multas, “Ter qualidade na informação prestada ao fisco e mudança cultural na forma de trabalho; sistemas bem mapeados, integrados, parametrizados de forma a dar informações corretas sobre toda a operação da empresa. Além disso, ter recursos e especialistas treinados nas questões tributárias. Com essas ações evitam-se as famosas multas por erros cometidos no preenchimento da obrigação fiscal, que atualmente são 100% eletrônicas”, finaliza.