Artigo: conhecimento em transplantes renais

Por Dra. Luciane M. Deboni

Pesquisar, estudar, compartilhar e disseminar conhecimento sempre fez parte dos planos da Fundação Pró-Rim. Dar mais qualidade de vida aos nossos pacientes renais, também.

Através da atualização médica e da participação em eventos especializados, a equipe multidisciplinar traz para a prática diária um novo olhar para com o paciente. Quando o conhecimento e a prática são aliados, os resultados são excelentes e o serviço que prestamos se desenvolve cada vez mais. Com esse foco, em novembro, conquistamos a marca de 1.200 transplantes renais realizados com pacientes de todo o Brasil.

Na área do transplante renal a evolução através do conhecimento é constante. Recentemente, participamos do Congresso Brasileiro de Transplantes com a apresentação de trabalhos significativos. Esse é um evento de grande porte com milhares de pessoas participando, não somente médicos, mas todos os profissionais envolvidos no processo de transplante e que estão submergidos neste universo envolvente e fascinante que é o transplante de órgãos. E a participação da Pró-Rim também tem ocorrido assim.

A nossa equipe multidisciplinar estava ali, lado a lado de grandes instituições como Unifesp, Usp, UFRGS, compartilhando o fruto do nosso trabalho diário com os pacientes, e apresentou trabalhos que são resultados de uma atuação multidisciplinar no ambulatório de pré e pós transplante ao longo desses 26 anos de história.

Dentre eles, estão o perfil dos primeiros 1.000 transplantes renais e doadores da Fundação Pró-Rim; Causas de Conversão para Everolimo; Perfil da ITU (Infecção do Trato Urinário) em 2 anos de seguimento no Ambulatório de Pós transplante e um estudo na área de psicologia sobre internação hospitalar com um comparativo entre pacientes em lista de transplante renal e pacientes que não estão em lista de transplante renal.

Agora, é o momento de prepararmos os futuros trabalhos. Para a próxima edição do evento, já começamos um estudo de prevalência de polioma vírus na população transplantada. Este é um vírus que vive latente na população, e que no transplante, pode entrar em fase de replicação e causar dano renal. Nenhum centro no Brasil fez até hoje um estudo de todos os seus pacientes usando a técnica do PCR como método diagnóstico. Este, por exemplo, é um trabalho em parceria com o Hemosc, que viabilizou a realização destes exames, e certamente participarão da publicação dos resultados.

Por fim, gostaria de destacar que um outro aspecto muito importante é o compartilhamento de experiências com outras equipes do Brasil. Sempre que interagimos com colegas da mesma área voltamos renovados, entusiasmados e gratificados por comprovar que realmente o que fazemos em Joinville é um transplante de muita qualidade, que os recursos que oferecemos aos nossos pacientes são os mesmos, por vezes até melhores, do que aqueles dos grandes centros universitários.

A Pró-Rim tem se tornado cada dia mais referência nos transplantes renais. Estamos recebendo pacientes de todo o país para realizar seus tratamentos junto a nossa equipe.  Enxergamos isso como uma grande responsabilidade a nós confiada. Para isso, o conhecimento é o principal elemento neste processo de cuidar de quem precisa de nós. Ao buscarmos a atualização em congressos médicos de referência na área e – principalmente – acelerarmos a nossa produção científica, compartilhamos a nossa experiência, disseminamos conhecimento e amadurecemos para nos tornarmos cada vez melhores. Sempre para razão de ser: nossos pacientes.

* Dra. Luciane M. Deboni é médica coordenadora do setor de Transplante Renal da Fundação Pró-Rim


									

Médico Hercílio Alexandre da Luz Filho é o novo integrante da Academia de Medicina

O presidente da Fundação Pró-Rim, médico nefrologista Hercilio Alexandre da Luz Filho, assume nesta sexta-feira (22) como novo integrante da ACAMESC (Academia de Medicina do Estado de Santa Catarina). Ele vai ocupar a recém criada cadeira 44, que tem como patrono o médico Jeser Amarante Faria, falecido em 1990.

 

A ACAMESC reúne os principais médicos que fizeram a história e contribuíram para o desenvolvimento da medicina em Santa Catarina e no Brasil. Conta com 50 membros titulares, 18 eméritos e 45 patronos.

Para ser admitido na Academia é necessário ter idade mínima de 55 anos, estar formado há mais de 30 anos e comprovar através de currículo ações importantes na sua área de atuação. Joinville conta com três acadêmicos titulares que são José Aluisio Vieira, Ronald Fiuza e Renato Castro, além do emérito Mário Nascimento. Tem como patronos: Walter Ferreira e Harald karmann.

Para Hercilio Alexandre da Luz Filho, é uma honra ocupar o mesmo espaço de médicos renomados e que fizeram a diferença na medicina. “É o coroamento e a realização de toda uma vida profissional”, define o médico.

PERFIL

Hercilio Alexandre da Luz Filho é nefrologista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e exerce a medicina há 35 anos em Joinville. Foi um dos criadores da Fundação Pró-Rim e pioneiro nos transplantes renais em Santa Catarina. Possui importantes publicações científicas voltadas para o tratamento de pacientes renais. Sempre defendeu a aplicação da medicina humanizada. Entre algumas ações importantes, realizou cerca de 1.200 transplantes renais, trouxe para Joinville em 1982 a Diálise Peritonial Ambulatorial Contínua – CAPD, que permite ao paciente dialisar na sua própria residência, técnica de hemodiálise sem uso de anticoagulante. Implantou técnica de hemodiálise contínua em doentes graves internados por longos períodos em UTI. Foi o pioneiro no implante, em Joinville, do cateter chamado de Duplo Lumem, que permite que as diálises em pacientes críticos sejam feitas na própria UTI. Em 2012 recebeu da Câmara de Vereadores o título de Cidadão Benemérito de Joinville.

Apenas 1% dos brasileiros vão poupar o 13º

Segundo especialista em seguros, Maísa Serra, o esperado décimo terceiro salário deve ser visto como investimento, um acelerador de recursos, jamais usado para comprometer-se com mais dívidas

Dados da Icatu Seguros revelam que sete a cada 10 brasileiros não costumam poupar. Além disso, 35% da população realiza-se em gastar o dinheiro imediatamente do que poupar e torná-lo uma garantia familiar. “30% das pessoas gastam por impulso. Com a chegada do décimo terceiro é comum que a família vise adquirir novos produtos, bens e até serviços. O que compromete a renda familiar quando o valor deveria ser usado para sanar dívidas ou, de preferência, para investimentos, ou até reserva de previdência”, explica Maísa Serra, executiva da Vida Livre Seguros, especialista em seguros e capitalização há mais de 18 anos.

Maísa revela que essa característica de consumo é cultural. “Não temos o costume de uma educação financeira familiar. Fim de Ano é esperado para comprar aquela TV nova, celular ou vários outros itens que nos bombardeiam pelos meios de comunicação”.

A especialista deixa quatro valiosas dicas ao brasileiro para que reveja seus planos e use – pelo menos – parte do dinheiro como poupança.

  1. Não só o 13º salário, mas toda a renda recebida deve ter seu consumo planejado;
  2. Um percentual da renda (que varia de acordo com a idade) deve ser separado para poupança (para projetos, emergências e oportunidade). Isto dá autonomia e liberdade para cada um. Devemos poupar este percentual até que tenha uma reserva de, pelo menos, 25 vezes a renda mensal;
  3. Outro percentual da renda deve ser utilizado para proteger a si próprio, sua família, seu patrimônio e seu futuro, ou seja, imprevistos. Isto deve ser feito através de um seguro e previdência privada. O que dará autonomia, liberdade e dignidade para si e sua família;
  4. E, por último, o 13º salário é uma excelente ferramenta para diminuir o Imposto de Renda, pois poderá complementar os 12% que a lei permite para a dedução do imposto de renda em aportes de previdência privada.

Dica: para começar esta disciplina, uma ideia é dividir o 13º salário em quatro partes:

  • Para pagar alguma dívida;
  • Fazer um aporte em previdência privada (para ter maior renda de aposentadoria e/ou para diminuir o imposto de renda);
  • Fazer um aporte em poupança (para ter uma reserva financeira);
  • Comprar um bem, serviço ou para férias.

Instituições de Ensino formam grupos de socorristas

Emergências cada vez mais comuns como engasgos, torções, reações alérgicas e outras, exigem agilidade e rapidez no atendimento. Grupos são formados por profissionais, professores e até alunos, que queiram saber técnicas de primeiros socorros e prover melhorias à Instituição

Por mais que o ambiente estudantil seja seguro, é comum uma criança que escorrega, torce o tornozelo, um adolescente que se desequilibra e machuca a perna, assim como o caso de engasgo, mal-estar e muitos outros no dia a dia, ainda mais em locais como colégios e universidades. Professores, funcionários e também visitantes estão tão sujeitos à imprevistos como os próprios alunos. O que exige atenção e inovação por parte das instituições de ensino para manter a saúde e o bem-estar de todos.

Um fator ainda pouco considerado é a capacitação de profissionais aos primeiros socorros. “São Paulo possui poucas pessoas habilitadas ao primeiro atendimento. Sabemos que os minutos iniciais são fundamentais para que a saúde de quem sofreu acidente seja controlada e por isso, ter um grupo de socorristas habilitados em cada instituição de ensino facilita aos profissionais da saúde quando recebem os chamados”, explica Evelen Spilla, diretora da WED Consultoria, especializada em qualidade de vida, saúde e atualização profissional.

Em todo o Brasil já houve casos extremos em que, por falta de uma pessoa habilitada, jovens e crianças foram a óbito, vítimas de acidentes. Recentemente pudemos acompanhar o caso do afogamento em escola na região de Moema, em SP e muitos outros nas demais regiões. É com esse foco que a WED Consultoria capacita grupos de pessoas em escolas e universidades, para que estejam aptos à qualquer situação emergencial que houver, como explica Evelen “Não é necessário ser profissional de saúde. Nós treinamos para que a pessoa esteja pronta ao primeiro atendimento em casos de ocorrência, o que sempre acontece quando falamos em grupos de convivência, como colégios, por exemplo”.

“Zelar pela saúde e qualidade de vida dos estudantes deve ser o primeiro fator das instituições. É por isso que formar ‘grupos de socorristas’ deve ser visto como investimento necessário”, finaliza a executiva da WED Consultoria.

 

Sobre a WED Consultoria: (www.wedconsultoria.com.br) é uma consultoria em educação e saúde comprometida com a excelência do processo e aprendizado e qualidade de vida, criando soluções estratégicas, organizacionais, tecnológicas e operacionais em projetos, gestão, educação e saúde, atendendo organizações que buscam a construção de interações educativas.

Antivírus e firewall são principais ferramentas para garantir segurança corporativa

Empresa alerta para a importância de antivírus e firewall adequado e principalmente atualizado para garantir segurança nas corporações

Com a onda de invasões de hackers em sites como do Governo Federal que ocorreram nas últimas semanas, é preciso que as empresas estejam atentas à segurança de suas informações. O alerta é da M3Corp, empresa especializada em soluções de Internet, que recentemente divulgou uma pesquisa que aponta 70% das companhias já sofreram algum tipo de violação de dados em 2010.

Segundo a empresa, o antivírus e o firewall possuem grande importância quando se fala em redução de riscos e segurança para o mercado corporativo. “Informações sigilosas não podem correr o risco de serem violadas. Por isso, a instalação de um antivírus adequado ajuda a prevenir que o computador seja infectado; já o firewall é um filtro que fica entre o sistema e a internet e controla a conexão com a função de evitar uma invasão a máquina, além de garantir que o site da empresa e setores da empresa fiquem fora do ar, ou até mesmo dados importantes sejam acessados por terceiros.”, explica o diretor da M3Corp, Antônio Mocelim.

O executivo ainda destaca que soluções como o Sophos Endpoint Security e Data Protection estão disponíveis no mercado com um conceito muito mais amplo, onde além do Antivírus e Firewall, é possível prevenir a perda ou extravio de informações com a proteção contra vazamento de dados, assim como a possibilidade de controle de Pendrive e Aplicativos, o que aumenta ainda mais a segurança corporativa.

“Vale pensar no investimento, pois quando se trata de segurança da empresa, estas proteções podem significar a continuidade dos negócios”, finaliza Mocelim.

Sobre a M3Corp: Especializada em serviços de internet, a M3Corp possui profissionais com mais de 10 anos de experiência no mercado. Entre seus serviços estão: Hospedagem de servidores virtuais e dedicados, consultoria, com destaque ao SaaS. Com cerca de 50.000 licenças de Sophos Endpoint, mais de 500 clientes em todo o Brasil, a M3Corp é referência em segurança antivirus para o mercado corporativo.

 

Escolas e Universidades formam grupos de socorristas

Por mais que o ambiente estudantil seja seguro, é comum uma criança que escorrega, torce o tornozelo, um adolescente que se desequilibra e machuca a perna, assim como o caso de engasgo, mal-estar e muitos outros no dia a dia, ainda mais em locais como colégios e universidades. Professores, funcionários e também visitantes estão tão sujeitos à imprevistos como os próprios alunos. O que exige atenção e inovação por parte das instituições de ensino para manter a saúde e o bem-estar de todos.

Um fator ainda pouco considerado é a capacitação de profissionais aos primeiros socorros. “São Paulo possui poucas pessoas habilitadas ao primeiro atendimento. Sabemos que os minutos iniciais são fundamentais para que a saúde de quem sofreu acidente seja controlada e por isso, ter um socorrista habilitado em cada instituição de ensino facilita aos paramédicos quando recebem os chamados”, explica Evelen Spilla, diretora da WED Consultoria, especializada em qualidade de vida, saúde e atualização profissional.

Em todo o Brasil já houve casos extremos em que, por falta de uma pessoa habilitada, jovens e crianças foram a óbito, vítimas de acidentes. Recentemente pudemos acompanhar o caso do afogamento em escola na região de Moema, em SP e muitos outros nas demais regiões. É com esse foco que a WED Consultoria capacita grupos de pessoas em escolas e universidades, para que estejam aptos à qualquer situação emergencial que houver, como explica Evelen “Não é necessário ser profissional de saúde. Nós treinamos para que a pessoa esteja pronta ao primeiro atendimento em casos de acidentes, o que sempre acontece quando falamos em grupos de convivência, como colégios, por exemplo”.

“Zelar pela saúde e qualidade de vida dos estudantes deve ser o primeiro fator das instituições. É por isso que formar ‘grupos de socorristas’ deve ser visto como investimento necessário”, finaliza a executiva da WED Consultoria.

 

Sobre a WED Consultoria: (www.wedconsultoria.com.br) é uma consultoria em educação e saúde comprometida com a excelência do processo e aprendizado e qualidade de vida, criando soluções estratégicas, organizacionais, tecnológicas e operacionais em projetos, gestão, educação e saúde, atendendo organizações que buscam a construção de interações educativas.

 

 

Condomínios de SP formam socorristas para redução de acidentes

Emergências cada vez mais comuns como engasgos, torções, problemas cardiovasculares, queimaduras, reações alérgicas e outras, exigem agilidade e rapidez no atendimento. Solução para o Estado com maior volume de edifícios residenciais do país é habilitar grupos de primeiros socorros a acelerar atendimento para profissionais da saúde

É comum uma criança que escorrega, torce o tornozelo, um idoso que se desequilibra e machuca a perna, assim como o caso de engasgo, mal-estar e muitos outros no dia a dia. Ainda mais em locais como edifícios residenciais. O que exige atenção, administração e inovação por parte das administradoras para manter a saúde e o bem-estar de seus moradores. São Paulo é o Estado com o maior volume de condomínios e essa proporção deve aumentar também para o cuidado e zelo por seus habitantes.

Um fator ainda pouco considerado é a capacitação de profissionais aos primeiros socorros. “São Paulo possui poucas pessoas habilitadas ao primeiro atendimento. Sabemos que os minutos iniciais são fundamentais para que a vida do morador seja controlada e por isso, ter um socorrista habilitado em cada edifício facilita aos profissionais da saúde quando recebem os chamados”, explica Evelen Spilla, diretora da WED Consultoria, especializada em qualidade de vida, saúde e atualização profissional.

A especialista informa que “sempre se ouve falar que um morador sofreu queda, outro queimadura e inúmeros outros casos. É nessa rotina que o ‘socorrista condominial’ tem sua relevância para manter a segurança e a saúde do morador”, completa a executiva, referente ao curso para formação de socorristas, aberto ao público geral (não é necessário ser profissional da saúde).

“É possível formar grupos que estarão prontos a atender rapidamente em casos de urgência. Agilizando em casos de resgate e outras intervenções”, completa Evelen.

Fatores como Recuperação de engasgo, traumas e torções, queimaduras, reações alérgicas, mal súbito, afogamento e insolação são os casos ministrados pela WED Consultoria.

“Zelar pela saúde e qualidade de vida dos habitantes deve ser o primeiro fator dos condomínios. É por isso que formar ‘grupos de socorristas’ deve ser visto como investimento necessário”, finaliza a executiva da WED Consultoria.

 

Sobre a WED Consultoria: (www.wedconsultoria.com.br) é uma consultoria em educação e saúde comprometida com a excelência do processo e aprendizado e qualidade de vida, criando soluções estratégicas, organizacionais, tecnológicas e operacionais em projetos, gestão, educação e saúde, atendendo organizações que buscam a construção de interações educativas.

Hipermercados formam grupos de socorristas para ocorrências

O ambiente dos supermercados costuma ser um espaço tranquilo onde as pessoas estão mais preocupadas com o consumo do que com a segurança. No entanto esses lugares estão preparados para receber um grande contingente de clientes? Para Evelen Spilla, diretora da WED Consultoria, é necessário mais atenção e inovação por parte das pequenas e grandes redes de mercados.

Um fator ainda pouco considerado é a capacitação de profissionais aos primeiros socorros. “São Paulo possui poucas pessoas habilitadas ao primeiro atendimento. Sabemos que os minutos iniciais são fundamentais para que a saúde de uma pessoa seja controlada e por isso, ter um grupo de socorristas habilitado em cada estabelecimento facilita aos profissionais da saúde quando recebem os chamados”, explica Evelen Spilla, diretora da WED Consultoria, especializada em qualidade de vida, saúde e atualização profissional.

Nunca se sabe quando pode acontecer um acidente, ou até mesmo um crime, perigos a que os hipermercados estão expostos. Para a WED Consultoria é fundamental capacitar profissionais para qualquer tipo de situação, “pois cuidar da saúde também é quesito de segurança”, completa Evelen.

“Zelar pela saúde e qualidade de vida do ser humano deve ser o primeiro fator dos estabelecimentos. É por isso que formar ‘grupos de socorristas’ deve ser visto como um investimento necessário” finaliza a executiva da WED Consultoria.

 

Sobre a WED Consultoria: (www.wedconsultoria.com.br) é uma consultoria em educação e saúde comprometida com a excelência do processo e aprendizado e qualidade de vida, criando soluções estratégicas, organizacionais, tecnológicas e operacionais em projetos, gestão, educação e saúde, atendendo organizações que buscam a construção de interações educativas.

A vez do marketing promocional na estratégia com público-alvo * Por Sandra Meirelles

O mercado de marketing promocional, também conhecido como live marketing, já movimenta cerca de R$ 40 bilhões ao ano no Brasil, segundo a Ampro (Associação de Marketing Promocional). E as perspectivas são de crescimento contínuo.

Nós já percebemos que este é um futuro cada vez mais promissor, com resultados positivos, especialmente em curto prazo, considerando a diversidade de eventos esportivos, por exemplo, que batem à porta do País, como a Copa do Mundo, em 2014, e Olimpíadas, em 2016.

Mas, a pergunta é: De que maneira o marketing promocional cria relevância de marca perante seu público-alvo?

Podemos responder esse questionamento baseado em nossas experiências.

Formatos engessados já não funcionam mais. O consumidor espera fazer parte da ação, de uma forma que o envolva cada vez mais. É o chamado engajamento, onde o consumidor é transferido para um papel ativo,  assume posturas e interage com a marca. É certo que o mundo da comunicação caminha para tudo acontecer ao vivo, em tempo real, imediato, de resultado rápido.

Posso afirmar com toda certeza que o marketing promocional se tornou o novo branding, onde a marca entra em contato com o consumidor dentro do seu universo e realidade, de maneira não evasiva, mas sim, convidativa e interativa.

É preciso dizer também que o marketing promocional é importante não somente pela rapidez dos resultados, mas também pelo que pode agregar de valor à marca, além de diversos outros ganhos a médio e longo prazo.

Por esse motivo, é essencial que a empresa invita cada vez mais em pesquisa e planejamento para potencializar as ações e o investimento.

Entender o público, as necessidades dele e envolve-lo é o segredo do sucesso. Chega de bombardear o consumidor das mesmices. O conceito criativo é essencial.

 

* Sandra Meirelles é publicitária e diretora da Agência Mattis. Para saber mais informações acesse www.agenciamattis.com.br

Fundação Pró-Rim é destaque no Congresso Brasileiro de Transplantes

De 12 a 15 de outubro acontece no Rio de Janeiro o XIII Congresso Brasileiro de Transplantes, realizado pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). A equipe de transplante da Fundação Pró-Rim participa com representantes da área médica, de enfermagem e psicologia.

Cinco trabalhos foram aprovados para apresentação oral e em forma de pôster. Este ano o grupo também tem a importante missão de expor o Perfil Epidemiológico dos 1000 transplantes realizados pela Fundação Pró-Rim em parceria com os hospitais  de Joinville.

As enfermeiras Elviani Basso Moura e Denise Bizzi Guterres estão entre os autores e adiantaram que a pesquisa buscou identificar tanto os aspectos dos transplantados quanto dos doadores. Também participaram a Dra. Luciane Mônica Deboni, Dr. Jean Guterres, Dr. Marcos Vieira, Dr. Hercilio da Luz, Dr. José Aluísio Vieira, a psicóloga Rosa Maria Gasparino e a enfermeira Jacemir Samerdak.

A médica e responsável pelo Transplante Renal da Pró-Rim, Dra. Luciane Deboni também foi convidada pela comissão organizadora do evento para participar como moderadora do Simpósio “Dilemas éticos e bioéticos na doação de órgãos e tecidos para transplantes”. E convidada como “speaker” do Laboratório Novartis para falar sobre sessão TransAgora “Estratégias imunossupressoras com indução de Basiliximabe”, com a participação do Dr. Helio Tedesco e Dr. Euler Lasmar.

O Congresso Brasileiro trará várias modalidades de apresentações, inclusive com palestrantes internacionais. Um importante evento sobre o futuro do transplante e desenvolvimento de novas alternativas.

Confira os trabalhos que serão levados pela equipe da Pró-Rim

Causas de Conversão para Everolimo em um Ambulatório de Pós-TxR.
Autores: Elviani Basso Moura, Denise Bizzi Guterres, Dra. Luciane Deboni, Dr. Marcos Alexandre Vieira, Dr. José Aluísio Vieira, Dr. Hercilio Alexandre da Luz Filho


Internação Hospitalar: Comparativo entre pacientes em lista de transplante renal e pacientes que não estão em lista de transplante renal
Autores: Rosa Maria Gasparino da Silva, Gislene Carla Erbs, Terezinha de Jesus Cordeiro Lourenço, Darci Souza Santos, Solange Imnhof, Flavia Barbosa Martins, Vania Cecília Grossel, Sarita Cardoso Batista, Danieli Gomes Teixeira, Amanda Gassenferth, Dra. Luciane Mônica Deboni, Denise Teresinha Bizzi Guterres, Elviani Basso Moura, Dr. Marcos Alexandre Vieira, Dr. Hercilo Alexandre da Luz filho, Dr. José Aluísio Vieira


Perfil Epidemiológico dos doadores em 1000 transplantes renais realizados em uma instituição no estado de SC
Autores: Denise Teresinha Bizzi Guterres, Elviani Basso Moura, Luciane Monica Deboni, Dr. Jean Cristovão Guterres, Dr. Marcos Alexandre Vieira, Dr. Hercilio Alexandre da Luz Filho, Dr. Jose Aluisio Vieira, Rosa Maria Gasparino da Silva, Jacemir Samerdak


O Perfil Epidemiológico de 1000 transplantes renais realizados em uma instituição no estado de SC.
Autores: Elviani Basso Moura, Denise Bizzi Guterres, Dra. Luciane Deboni, Dr. Marcos Alexandre Vieira, Dr. José Aluísio Vieira, Dr. Hercilio Alexandre da Luz Filho, Jacemir Samerdak
 
Perfil da ITU em 2 anos de seguimento no Ambulatório de Pós-Tx
Autores: Denise Teresinha Bizzi Guterres, Elviani Basso Moura, Dra. Luciane Monica Deboni, Dr. Jean Cristovão Guterres, Dr. Marcos Alexandre Vieira, Dr. Hercilio Alexandre da Luz Filho, Dr. José Aluisio Vieira
 
Os primeiros 1000 transplantes da Pró-Rim
Pesquisa será exposta no Congresso Brasileiro de Transplantes

A equipe multidisciplinar da Fundação Pró-Rim está participando do Congresso Brasileiro de Transplantes, promovido pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).
Sempre presente no evento, que acontece de dois em dois anos, nesta edição o grupo levou cinco trabalhos, entre eles o Perfil Epidemiológico dos 1000 transplantes realizados pela Fundação Pró-Rim com apoio do Hospital Municipal São José.

A Fundação Pró-Rim é uma das poucas instituições não universitária a atingir a marca de 1000 transplantes de rins e este marco representa a qualidade dos serviços e a capacidade de atender pacientes de várias regiões do Brasil.

O perfil epidemiológico traz dados interessantes e curiosos. Dos pacientes que realizaram transplantes renais nestes 34 anos, 61,6% são homens e 38,4% mulheres, a maioria na faixa etária entre 41 e 60 anos. No perfil dos doadores, a doação entre vivos chegou a 38,7% do total, e os irmãos são os que mais doam 50,9%. 55,4% são do sexo masculino, na faixa etária de 38 anos.

O transplante com doador falecido ocupa 61,3% do resultado e representa a importância da conscientização entre as famílias sobre a doação de órgãos.

“São poucos os centros que tem este elevado número de transplantes de rim e isso representa a capacidade da Fundação Pró-Rim e de toda equipe na realização das cirurgias. É uma satisfação ter chegado até aqui e vencido as dificuldades”, destacou o presidente da Fundação Dr. Hercilio da Luz Filho, que também estará em congresso.