E agora? Como você estará daqui 10 anos?

Por Maísa Serra

 

Enfim, estamos em 2014. Começo de ano e sempre os mesmos planos: voltar a estudar, ter um filho, comprar um apartamento, guardar dinheiro…

Ok, são ótimos itens, mas sem planejamento não acontecem.

Todos os meses temos contas, compromissos e imprevistos. Se não calcularmos muito bem, não conseguiremos atingir nossas metas.

Então façamos o seguinte exercício: Como você se vê daqui 10 anos? Mentalize! Concentre-se e potencialize este sonho. Isso é o que nos move!

 

Conseguiu se ‘ver’? Ótimo!

Para que isso aconteça você deve se preparar desde já, afinal, 10 anos passam muito rápido (tenho certeza de que você lembra de coisas que fazia quando era criança com a mesma intensidade que se recorda da conversa com seu amigo na noite passada).

Para cada um dos seus objetivos, você deve poupar um determinado valor (e deixar estes valores em ‘locais’ separados para não misturar tudo). Voltar a estudar requer investimento, assim como ter um filho (que é para sempre), comprar um apartamento, ter uma reserva financeira, proteger tudo isso através de um seguro e previdência ou até fazer aquela viagem que você sonha.

Todos nós podemos realizar. É só planejar!

O ideal é que você organize suas contas de forma que poupe ao mês para cada uma de suas metas e vá realizando um passo de cada vez. Pensa que é muito? Certamente se deixar para a última hora o impacto será ainda maior.

Faça a conta através de alguns parâmetros. Comprar um apartamento deve representar em torno de 20% da renda. Um percentual maior pode acabar endividando a família e transformar este sonho em pesadelo.

Reserva financeira: o ideal é poupar em torno de 5% a 10% da renda para emergências, oportunidades, projetos, sonhos etc.

Seguro e previdência: é importante entender que você tem que proteger esta “máquina de fazer dinheiro” que é você. Tem que proteger você mesmo, sua família, seu patrimônio e seu futuro. Para isso, o percentual deve ser de 5% a 15%, dependendo da idade.

Estudo: ter uma reserva para isto, que será formada aos poucos, pode servir para pagar seu curso à vista e, quem sabe, conseguir um desconto.

Já ter filhos os planos podem mudar. O custo não é temporário. Mas os primeiros passos podem ser garantidos. Custas com o parto, decoração, chá de bebê, roupas e alguns acessórios… E, de preferência, que a sua vida financeira já esteja organizada e que seja muito planejado este momento.

Você acha que vai comprometer muito sua renda? Pense então que o brasileiro gasta em média 30% a 40% de seu orçamento para sanar dívidas com cartão de crédito, financiamentos e despesas fixas, transformando sua vida financeira em um caos. Que tal usar parte dos seus rendimentos para melhorar seu futuro?

Enfim, exercite e faça a calculadora trabalhar. O dinheiro precisa agir a seu favor.

Planeje, sonhe e trace metas. Aproveite a energia favorável de início de ano e coloque cada um dos sonhos para acontecer.

Maísa Serra é especialista em previdência privada, com mais de 15 anos de experiência no segmento. Mais informações acesse www.vidalivreseguros.com.br

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Papai Noel luta contra doença renal

Com olhar nobre e a voz serena, Sr. Valdevino Pereira, mais conhecido como Papai Noel da Pró-Rim conta sua história. Há quase dois anos faz hemodiálise três vezes por semana, é diabético, e traz consigo uma grande história de vida. Apesar de todas as peças que a vida já lhe pregou, ele nunca perdeu a vontade de fazer o bem e compartilhar o amor. Já a partir dos 7 anos de idade trabalhava para garantir moradia e alimentação, morou longe dos pais, não teve a oportunidade de estudar, mas sempre teve muita garra para correr atrás do que queria. Já adulto veio para Joinville, casou-se, teve 3 filhos e hoje tem netos.

 

Uma vida marcada por tristezas alimentou a vontade de fazer o bem, de levar o amor, de mostrar o lado bom de uma pessoa tão sofrida. Há quase 20 anos, cultiva a barba de Noel e todos os Natais veste-se de Papai Noel para encantar crianças e adultos. Seu maior desejo é poder realizar o pedido de todas as crianças e essa é uma das coisas que mais frustra o coração do bom velhinho “às vezes as crianças me fazem pedidos que realmente não posso atender, quando consigo peço contribuição nas lojas, mas é muito difícil. Se eu tivesse dinheiro, iria comprar todos os presentes pedidos”, conta o Noel com lágrimas nos olhos.

O sofrimento por não poder presentear as crianças o leva a crer ainda mais na força do amor, sempre deseja o bem às pessoas e principalmente, que elas nunca percam o espírito natalino, que sejam menos “malvadas” e mais amorosas umas com as outras. “Se as pessoas se amassem mais, não haveria tantas coisas ruins no mundo”, comenta o Papai Noel.

Embora seja tão sábio em relação à vida, não recebeu instruções desde cedo sobre cuidados com saúde e por isso hoje precisa fazer hemodiálise. Para muitos essas sessões poderiam ser um martírio e até mesmo um motivo para ser mal humorado e revoltado, mas para Sr Valdevino é diferente: “eu sei que preciso desse tratamento, sei que preciso cuidar com a minha alimentação e nem por isso vou desistir de lutar. A vida me ensinou a ter força e muita fé para ultrapassar obstáculos e se o que me mantém vivo é este tratamento, eu faço porque gosto de viver”, conta.

Sobre ser Papai Noel: Sr. Valdevino foi o tradicional Papai Noel da década de 80/90 em Joinville, tirou inúmeras fotos com crianças nos Shoppings Americanas, Mueller entre tantos outros da cidade: “Eu gosto de ser Papai Noel, me aperfeiçôo a cada ano. Quem diz que não sou Papai Noel é porque não gosta! Mas tem muitas pessoas que gostam.” Ele ainda conta que não gosta de quando os “Papais Noeis” se vestem e colocam barbas de algodão: “Existem muitas diferenças entre quem não tem o espírito de natal. Papai Noel de verdade cuida da barba, das crianças, faz a coisa certa com amor às pessoas. Quando vejo um que não é de verdade, digo para as crianças puxarem a barba,” comenta com graça.

Quando pedimos que ele sorrisse para uma foto, enquanto estava na máquina de hemodiálise ele hesitou: “Não consigo sorrir assim, meu riso é para as crianças, só vendo o sorriso verdadeiro delas consigo sorrir.” Ele diz que criança não tem maldade, criança tem pureza no coração e isso o alegra.

 

Três transplantes renais em menos de 10 horas

Pacientes da Pró-Rim foram beneficiados com órgãos de doadores cadáveres

 

Ontem, 11/12, foram realizados três transplantes renais pela equipe de transplante da Fundação Pró-Rim no Hospital Municipal São José (HMSJ) em Joinville.

 

Foto: Max Schwoelk

As cirurgias iniciaram às 13h30, com término às 23h. A mesma equipe realizou os três transplantes, conduzida pelos médicos cirurgiões Dr. Christian Evangelista Garcia e Dr. Jean Cristovão Pereira Guterres.

Apesar da corrida contra o tempo os três casos – acompanhados e preparados pela equipe interdisciplinar no Ambulatório de Transplantes da Pró-Rim – foram de sucesso e beneficiaram pacientes homens: um do Paraná (46 anos), um de Santa Catarina (41 anos) e um Goiás (53 anos), que receberam os órgãos de doadores cadáveres. Todos os pacientes entraram em lista este ano, um deles aguardou apenas sete dias.

Segundo o médico Dr. Christian Garcia a luta maior foi por diminuir o tempo de isquemia do órgão (esfriamento) transplantado, o que garante melhor funcionamento do rim novo no receptor. “Precisamos ser rápidos e pontuais. Isso é fundamental para que o transplante seja bem sucedido”, enfatizou.

Com isso, a Pró-Rim chega a 95 transplantes renais realizados até o momento, e ultrapassa a marca de 1.200 procedimentos ao longo de sua história, proporcionando assim mais qualidade de vida aos pacientes que aguardavam em lista por um novo rim.

 

Doação de órgãos Salva Vidas

Os transplantes realizados ontem são alguns dos exemplos da importância que tem a conscientização sobre a doação de órgãos. Foi pelo Sim destas famílias, num momento de dor e perda, que três pessoas terão uma nova vida.

Quem quiser ser doador não precisa deixar nenhum documento expresso. Basta conversar com os familiares, manifestando esse desejo. Cabe à família cumprir a vontade do doador.

“E por isso nós lutamos todos os dias, integrados a uma rede fantástica de solidariedade formada pela CNCDO (Central de Notificação Captação e Distribuição de Órgãos e Tecidos), equipes de captação e tantos profissionais que atuam diretamente no transplante de órgãos”, disse o presidente da Fundação Pró-Rim, Dr. Hercilio Alexandre da Luz Filho.

O Brasil tem o melhor programa de transplante do mundo, modelo que é copiado por todos os países. É também o segundo país no mundo que mais realiza transplantes de órgãos. Em Santa Catarina, temos uma das menores listas de espera por um rim no país. Tudo isso pelo profissionalismo e solidariedade em prol da doação de órgãos. Apesar disso, ainda muitos pacientes aguardam na fila. Somente de transplante de Rim são 20.000 pessoas no Brasil. Doar órgãos é um ato de amor e é simples.

Sobre a Fundação Pró-Rim (www.prorim.com.br): A Fundação Pró-Rim é uma entidade sem fins lucrativos com 25 anos de atuação. Realiza tratamento de doenças renais crônicas e possui unidades em Santa Catarina e Tocantins. Está entre as 8 instituições que mais realizam transplantes renais no país e foi a primeira unidade de hemodiálise de SC a receber o nível máximo de Qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA). Pelo quinto ano consecutivo foi eleita pela Revista Exame, como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

58% das SMBs ainda não veem ataque cibernético como ameaça

Segundo análise, falta de investimento, política e conhecimento estão entre os principais fatores que impedem a prevenção contra invasões 

Grande parte das PMEs estão colocando suas organizações em risco por causa da incerteza sobre o estado de sua segurança e das ameaças enfrentadas por ataques cibernéticos. De acordo com estudo conduzido pela Ponemon Institute – Estratégia de Segurança -, a alta administração não tem priorizado a segurança cibernética, o que os impede de estabelecer uma forte postura de segurança de TI.

Dos 2.000 entrevistados globalmente, 58% confirmaram que a gestão não vê ataques cibernéticos como um risco significativo para seus negócios. Apesar disso, a incidência de infraestrutura e segurança de ativos, bem como as seguranças relacionadas, corresponderam a um investimento de US$ 1.608.111 para as PMEs nos últimos 12 meses.

“A escala de ameaças por ataque cibernético cresce a cada dia”, destaca Antonio Mocelim, diretor da M3Corp, especialista em segurança de dados para mercado corporativo e parceiro oficial da Sophos. “Mas esta pesquisa nos mostra que muitas pequenas e médias estão deixando de observar os perigos e as perdas potenciais que enfrentam por não adotar uma postura de segurança em TI adequadamente robusta.”

Ainda de acordo com a análise, existem três principais desafios que impedem a adoção de uma forte postura de segurança: falhas em priorizar a segurança (44%); orçamento insuficiente (42%), e falta de experiência em casa (33%). Em muitas pequenas e médias também não há definição clara do responsável pela segurança cibernética, o que muitas vezes significa que ele se enquadra na competência do CIO.
“Hoje, em grande parte das PMEs, o CIO é o único responsável por múltiplas funções, cada vez mais complexas. No entanto, esses “OIOS” não pode fazer tudo por conta própria e como os funcionários estão exigindo acesso aos aplicativos críticos, sistemas e documentos a partir de uma variada gama de dispositivos móveis, o item segurança é deixado para segundo plano”, completa o executivo da M3Corp.

O estudo também revela a incerteza em torno do conceito “Traga seu próprio dispositivo” (BYOD), com políticas e sobre o uso da nuvem na contribuição aos ataques cibernéticos. 77% dos entrevistados disseram que o uso de aplicativos em nuvem e serviços de infraestrutura de TI aumentará, ou pelo menos permancerá em mesmo volume ao longo do próximo ano, mas um quarto dos entrevistados indicaram que não sabia se isso era provável em relação à segurança.

Da mesma forma, 69% disseram que o acesso móvel a aplicações críticas de negócios iria aumentar no próximo ano, apesar do fato de que a metade reduzirá suas ações em posturas com foco na segurança.

“Pequenas e médias organizações simplesmente não pode dar ao luxo de ignorar a segurança”, explica Mocelim. ” Sem isso não há mais chance de enfrentar ataques cibernéticos. A indústria precisa de reconhecer os perigos potenciais de não levar a sério a segurança cibernética e criar sistemas de apoio para melhorar a postura de segurança SMB”, completa.

 

Sobre a M3Corp (www.m3corp.com.br): Especializada em serviços de internet, a M3Corp possui profissionais com mais de 10 anos de experiência no mercado. Entre seus serviços estão: Consultoria, com destaque ao SaaS. Com cerca de 80.000 licenças, mais de 220 canais e 50 parceiros na América Latina, entre Chile, Colombia, Mexico e Equador, a M3Corp é referência em segurança antivírus para o mercado corporativo.

Hepatite C: Novos remédios aumentam para 95% as chances de cura

Presidente da Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite – ABPH, porém, pede que população se mobilize para exigir que governo libere rapidamente a comercialização dos fármacos aprovados

 

Com a recente aprovação nos Estados Unidos dos últimos remédios Sofosbuvir (aprovado nesta última sexta-feira) e do Semeprevir (há cerca de 15 dias) os portadores de Hepatite C ganharam o seu maior presente de Natal.

Considerada uma das piores epidemias do século, a Hepatite C é chamada de o “Assassino Silencioso”, pois mata sorrateiramente, sem dar, praticamente quaisquer sintomas, até que o paciente já esteja às vésperas do transplante ou óbito.

A doença, até o momento não tinha remédios adequados para tratá-la. O tratamento atual é feito com os remédios Interferon e a Ribavirina – fármacos usados em longos períodos, de um ano e que causam diversos efeitos colaterais, entre eles sintomas de gripe forte ou de uma Dengue, acompanhada de calafrios, vômitos, fraqueza, instabilidade emocional, depressão, anemia, disfunções da Tireoide, aftas, tosse, diminuição dos glóbulos brancos e em alguns casos até Diabetes.

Além de todos esses efeitos, a grande maioria dos portadores que se tratam com a terapia atual não consegue atingir a cura, já que o índice de sucesso dos remédios é de aproximadamente 50%.

Porém, os novos fármacos aprovados prometem revolucionar o tratamento da Hepatite C nos próximos anos, já que poderão ser administrados em vários casos sozinhos (como é com o Sofosbuvir) ou combinados entre si, dispensando a inclusão do Interferon e da Ribavirina.

“Essas últimas semanas são históricas para a Hepatite C”, destaca Humberto Silva, presidente da Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite – ABPH e completa “pois o que teremos na prática será a cura para praticamente todos os portadores já que o Sofosbuvir se tomado com o Simeprevir consegue sucesso de cura acima dos 95%. E o que é melhor, em um quarto do tempo (12 semanas) e sem efeitos colaterais”.

“Nós temos que pedir que a Anvisa aprove, rapidamente os remédios para comércio no Brasil e exigir que o Ministério da Saúde comece a distribuí-los imediatamente após a aprovação para a população”, explica Silva.

O presidente da ABPH destaca que “há cerca de 3 anos tivemos a aprovação de um remédio que é acrescentado à terapia do Interferon e da Ribavirina – o Inibidor de Protease e a Anvisa agiu muito rápido. Ficou a desejar , contudo , a agilidade do Ministério da Saúde que até hoje, quase não conseguiu distribuir um volume importante desse remédio. Com o Sofosbuvir e o Simeprevir, devemos ter uma postura diferente”.

No Brasil há hoje, aproximadamente, 3 milhões de portadores de Hepatite C, sendo que menos de 10% sabem que carregam o vírus.

Um grande desafio para nós é o de descobrir o restante do grupo, pois eles nunca descobrirão sozinhos, devido à falta de sintomas.

Humberto aconselha a todos os que sejam nascidos entre 1945 e 1965 a fazer o teste de Hepatite C, uma vez que os nascidos nessa geração tem 5 vezes mais chances de estarem contaminados com o vírus.

 

Sobre a entidade

A ABPH é uma entidade não governamental, cuja missão é descobrir quem tenha o vírus e conseguir acesso ao tratamento.

Humberto Silva fundou a entidade por ter descoberto a doença após 38 anos carregando o vírus em seu organismo, sem saber. Descobriu por acaso e conseguiu se curar do vírus, apesar de ter ficado com a Cirrose Hepática, herança de tantos anos de ataque ao fígado.  A ABPH está organizando a maior testagem da história, fazendo exames rápidos gratuitos em 3 milhões de brasileiros.