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Santa Catarina está entre os estados com menor lista de espera para transplantes renais

Na Semana Nacional de Doação de Órgãos, Fundação Pró-Rim anuncia mais de 1170 transplantes de rins

 

Setembro de 2013 – O Brasil ocupa o segundo lugar do mundo em número de transplantes, segundo a ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos). E este é o assunto da vez, onde se comemora a Semana Nacional de Doação de Órgãos.

De acordo com dados divulgados, no país, 30 mil pessoas aguardam na lista de espera e, de cada 10 pessoas abordadas, quatro se negam a doar os órgãos de seus familiares. Este é um dado preocupante para quem espera uma chance de vida. A maior lista de espera é por um rim – 20 mil pessoas. Em seguida estão os que precisam de transplante de córnea, fígado, coração e pulmão, respectivamente.

Santa Catarina é o 5º estado que mais faz transplantes por população e é o segundo com a menor lista de espera por milhão de habitantes em relação às demais regiões. Distrito Federal ( 147), Santa Catarina ( 334), Rio Grande do Sul (1049), Paraná (1116) e SP ( 8873). As equipes recebem treinamento intensivo sobre diagnóstico de morte encefálica e abordagem familiar, o que facilita a decisão na hora da doação pelos familiares.

A Fundação Pró-Rim, localizada em Joinville (SC), está entre as oito instituições que mais realizam transplantes de rim no Brasil.

A entidade junto com o Hospital Municipal São José já realizou 1179 transplantes ao longo de seus 25 anos e é uma das poucas no ranking que não fazem parte de complexo universitário e acompanha a média nacional de transplantes.

“54% dos transplantes realizados aqui são de pacientes procedentes de outras unidades de diálise”, explica Dr. Hercilio Luz, presidente da Fundação. Mato Grosso, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, são os Estados que mais enviam pacientes para tratamento e transplantes para a Pró-Rim.

Dos procedimentos realizados em 2012, a maioria, cerca de 80%, é de doadores falecidos “Por isso um trabalho de conscientização sobre a importância de doação de órgãos é extremamente importante”, enfatiza o médico.

E completa. “Hoje, milhares de vidas dependem da consciência de familiares que perderam entes queridos, para continuar. É importante ressaltar que quem quiser ser doador não precisa deixar nenhum documento expresso. Basta conversar com os familiares, manifestando esse desejo. Cabe à família cumprir a vontade do doador. Para o receptor acontece também a oportunidade de uma nova vida”.

Confira abaixo mais dados sobre o Transplante de Rins no Brasil, segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO):

 

Dados sobre a doação de Órgãos sólidos – 1º semestre 2013 (RBT)

Órgão Número Vivo Falecido
Rim 2.707 663 2.044
Fígado 844 60 784
Coração 126   126
Pulmão 42 2 40
Pâncreas/Rim 65   65
Pâncreas 15   15
Total 3.799    

 

Doadores efetivos – 1º semestre 2013

São Paulo 415
Rio de Janeiro 112
Paraná 106
Minas Gerais 104
Rio Grande do Sul 99
Ceará 89
Santa Catarina 75
Bahia 59
Pernambuco 52

 

Doadores potenciais – 1º semestre 2013

São Paulo 1152
Rio de Janeiro 386
Minas Gerais 291
Paraná 289
Rio Grande do Sul 266
Pernambuco 263
Ceará 232
Bahia 220
Santa Catarina 187

 

Sobre a Fundação Pró-Rim (www.prorim.com.br): A Fundação Pró-Rim é uma entidade sem fins lucrativos com 25 anos de atuação. Realiza tratamento de doenças renais crônicas e possui unidades em Santa Catarina e Tocantins. Está entre as 8 instituições que mais realizam transplantes renais no país e foi a primeira unidade de hemodiálise de SC a receber o nível máximo de Qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA). Pelo quinto ano consecutivo foi eleita pela Revista Exame, como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

UNIVALI E PRÓ-RIM REALIZAM CAMPANHA EM PRÓL DA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

Ações irão conscientizar população sobre a importância de se declarar doador para a família

 

No dia 27 de setembro é comemorado em todo o Brasil o Dia Nacional da Doação de Órgãos. Uma data muito importante para a conscientização de todos sobre o ato de doar.

Com a campanha “Sim: eu quero ser doador de órgãos” estudantes do 6ª período do curso de Comunicação Social – Habilitação em Relações Públicas, da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) em parceria com a Fundação Pró-Rim, realizam o “Dia do Sim” com várias ações no campus da Univali, em Itajaí (SC).

O objetivo é estimular as pessoas a expressar a vontade de ser doador. No Brasil, a doação de órgãos e tecidos é feita somente com o consentimento da família, por isso é tão importante conversar sobre o tema. O país é o segundo do mundo em número de transplantes realizados por ano.

Entre as atividades, haverá abordagem com entrega de material informativo, exclusivo da campanha. Uma blitz nos portões de entrada da Univali e a entrega de flyers, com a presença da mascote da Fundação Pró-Rim o “Rinzito” para interagir com as pessoas.

Quem passar pelo local também poderá preencher uma carta que será enviada futuramente às famílias das pessoas dispostas a serem doadoras. O motivo principal é estimular a conversa em casa e trazer depoimentos de alguns pacientes da Pró-Rim que encontraram no transplante uma nova esperança de vida.

 

Mais sobre a campanha

A iniciativa de começar a parceria entre a Fundação Pró-Rim e a Univali partiu da professora do curso de relações públicas, Cristiane Riffel, que propôs à turma uma atividade prática que pudesse ir além da sala de aula.

Em contato com a Pró-Rim a turma decidiu topar o desafio de desenvolver a temática sobre o Dia da Doação de Órgãos. Foi feita uma viagem técnica na matriz da instituição, em Joinville (SC), na qual os alunos puderam entender mais sobre a importância da doação de órgãos. Eles participaram de uma conversa sobre os tabus, leis e casos de pacientes da Fundação que receberam um novo rim, através da solidariedade de famílias conscientes sobre esta importância.

Com a cabeça cheia de ideias voltaram para a sala de aula e decidiram pelo Dia do Sim com a temática “Eu quero ser doador de órgãos”.

Segundo Andréia Jacopetti, Coordenadora de Comunicação da Pró-Rim, esta parceria é muito importante pois permitirá orientar o público jovem, que é formador de opinião dentro e fora de casa. “Vemos todos os dias pessoas lutando para viver e esperando por uma doação. Então, engajar os universitários significa mostrar a eles de que forma a informação e o diálogo em casa sobre a doação de órgãos podem salvar vidas”, enfatiza.

 

Serviço:

Local: Universidade do Vale do Itajaí – Itajaí (SC)

Horário: 9h às 21h

 

Pró-Rim, pela 5ª vez entre as 150 melhores empresas para você trabalhar

Fundação mantém título do Guia Você S/A e como destaque está o incentivo ao estudo e a produção científica dos especialistas

A Fundação Pró-Rim está pela quinta vez entre as melhores empresas para trabalhar no Brasil, de acordo com o Guia Você S/A Exame. O título foi recebido ontem à noite (9), na Sala São Paulo, num evento em homenagem às empresas consideradas modelo na gestão de pessoas.

O Guia Você S/A é a maior pesquisa de clima organizacional do país e está em sua 17ª edição. Neste ano envolveu 446 empresas e cerca de 130 mil profissionais.

Segundo o presidente da Fundação Pró-Rim, Dr. Hercilio Alexandre da Luz Filho, estar entre as melhores é um reconhecimento importante da atenção que se dá às pessoas dentro da instituição: “Tratamos nosso colaborador com respeito, prezando pela valorização e estamos muito contentes”, declarou.

Maycon Truppel, diretor de Recursos Humanos da Pró-Rim considera maior a responsabilidade de manter a premiação e atribui isso a essência da

Fundação: “A Pró-Rim carrega no DNA a valorização do ser humano e este título é a prova de que estamos no caminho certo”.

A avaliação do Guia destaca o Manual de Cargos e Salários, implantado pela instituição, lançado para ajudar os empregados a se preparar para o futuro e, além disso, o incentivo a produção cientifica, onde a publicação de artigos conta pontos para promoções e aumentos.

Em 2012 uma das metas na área de desenvolvimento humano da Pró-Rim era formular o Plano de Carreira, material já entregue e apresentado aos colaboradores para auxiliar no crescimento profissional de cada um.

Para a Fundação Pró-Rim permanecer entre as 150 melhores é motivo de orgulho, mas ainda por ser um título dado pelos próprios colaboradores. Um prêmio em reconhecimento aos que dedicam a vida, o conhecimento e o tempo para levar um tratamento digno e humano para os pacientes renais.

 

Sobre a Fundação Pró-Rim: Entidade sem fins lucrativos com 25 anos de atuação, realiza tratamento de doenças renais crônicas e possui unidades em Santa Catarina e Tocantins. Está entre as 10 instituições que mais realizam transplantes no país, ultrapassando a marca de 1.000 procedimentos. Foi a 1ª unidade de hemodiálise de SC a receber o nível máximo de Qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA).


									

DIÁLISE PERITONEAL TRAZ CONFORTO E COMODIDADE À PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL

Tratamento nefrológico é feito em casa e assessorado por equipe multidisciplinar

A área de Nefrologia é acompanhada de processos cuidadosos e complexos, entre eles a diálise peritoneal. Assim como a hemodiálise, a diálise peritoneal tem a mesma finalidade de tirar o excesso de água e de substâncias tóxicas que deveriam ser eliminadas por meio da urina do paciente, que por ter insuficiência renal não consegue naturalmente.

A diferença principal desse processo é que ao invés dele ser feito em uma unidade de hemodiálise e com ajuda da equipe de enfermagem, a responsabilidade é atribuída ao paciente, a família ou ao cuidador.

Esta tarefa exige cuidados específicos, mas é uma opção de tratamento, que pode ser muito bem sucedida, oferecendo qualidade de vida ao paciente que não precisa se locomover até a unidade de hemodiálise.

Quando o paciente decide por este tratamento, conforme indicação médica, passa por um procedimento cirúrgico de implantação do cateter na barriga (peritônio), que é encaixado posteriormente nas bolsas de filtragem.

Primeiro acontece a infusão do líquido (glicose) e depois ocorre a drenagem desse material que filtrou o sangue.

Existem dois métodos de diálise peritoneal. O método manual chamado CAPD (Diálise Peritoneal Ambulatorial Contínua) que utiliza 4 trocas de bolsa por dia, realizada pelo próprio paciente ou pelo cuidador. E a DPA (Diálise Peritoneal Automatizada), na qual o procedimento acontece com o auxílio de uma pequena máquina, que dialisa aos poucos. Este pode ser feito inclusive quando o paciente deita para dormir.

Apoio da equipe

A Pró-Rim conta com uma equipe preparada para o atendimento dos 80 pacientes que optaram pela diálise em casa. Segundo Claudete Gasparim, enfermeira que coordena este tipo de tratamento em Joinville, não existe hora nem dia para ajudar a auxiliar os pacientes. “Já atendi muitos em diversos horários e situações. Se necessário, a equipe está sempre disposta a ajudar”, enfatiza.

Muitas vezes por insegurança e falta de tempo os pacientes preferem a hemodiálise. Antes disso, esse processo também é avaliado por toda a equipe multidisciplinar, responsável por analisar separadamente cada caso.

Para chegar à terapia certa Claudete explica que é feita uma avaliação conjunta entre a equipe, paciente e família. “Sempre levamos em consideração questões psicológicas, assistenciais, socioeconômicas e culturais do paciente”, completa.

Um exemplo de apoio no tratamento

Um bom exemplo de cuidado na diálise peritoneal acontece com a família do paciente Bruno Matheus Carlet, 15 anos, de Rio Negrinho. A mãe Célia da Chagas Lemes, 55 anos, está muito satisfeita com o tratamento do filho, que começou a dialisar há mais de 1 ano.

“Por indicação médica optamos pela diálise peritoneal e recebemos treinamento e orientação da equipe. Foi a melhor escolha, pois o Bruno sempre reagiu muito bem e pode continuar com a rotina normal, além de ficar mais em casa com a família”, afirma Célia.

As sessões são realizadas por volta das 22h e duram em torno de 8 horas. Enquanto isso Bruno dorme e descansa. “Só tenho a agradecer a Pró-Rim por todo cuidado conosco, sempre que precisamos fomos muito bem atendidos pela equipe. Temos todos no coração”, relata Célia.

Pró Rim na Revista Saúde

Menina encontra esperança na dança para enfrentar doença

É na arte de dançar que Jane encontra forças para enfrentar o Lúpus e a sessões de hemodiálise

Apesar da aparência tímida, Jane Maria dos Santos Lima, 44 anos, não hesita quando precisa expressar seu lado artístico. A música acima “Metade” de Oswaldo Montenegro é inspiração para conduzir uma das peças preferidas que ela mesmo escreveu.

Quando fala de dança e arte, Jane se emociona.  É quase impossível para ela conter as lágrimas ao se lembrar da rotina que tinha como coordenadora de eventos, artista e professora de artes na cidade de Macapá (AM).

Jane está em Joinville desde 2012 em busca do tratamento renal oferecido pela Fundação Pró-Rim, quando foi diagnosticada com Lúpus em 2001 e em consequência, depois de lutar contra a doença, seus rins pararam onze anos depois. Em Macapá (AM) o tratamento dialítico é precário e a possibilidade de transplante difícil, por isso Jane teve que sair para se tratar, chegando até a Pró-Rim.

Por estar com o Lúpus ativo a macapaense ainda não pode entrar na fila por um transplante de rim e precisa fazer dialise três vezes por semana, junto das sessões, a paciente continua o tratamento para controlar o Lúpus e enfim entrar para a fila.

“Às vezes me sinto sem forças e penso que só um milagre irá me salvar. Nestes momentos coloco uma música bem alta, clássica de preferência, e começo a dançar. Esta é a única forma que encontro para superar meu problema e recuperar minhas energias”.

Em maio deste ano, Jane esteve entre os pacientes convidados para visitar a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil no Dia Mundial da Dança. Esta foi a primeira vez que a professora viu uma apresentação ao vivo do grupo, apesar de ter acompanhado pela TV as apresentações do Festival de Dança em 2012.

“Quando começaram as apresentações me imaginava no palco e recordei a época em que podia dançar, coordenar meu projeto “Arte em Movimento”, fazer coreografias e escrever peças. Foi um momento de alegria e também de tristeza”, recorda.

O amor pela arte

Jane é daquelas pessoas que luta pelo que ama e aprende por força de vontade. Assim, desde pequena sempre se entregou para o universo da arte de corpo e alma. Aos 16 anos iniciou suas atividades profissionais em apresentações regionais e que ressaltavam a cultura da região.

Em Macapá o lado artístico cultural é fortemente elevado. Têm o Carimbó e o Marabaixo (estilos de dança), apresentações com apelo religioso e incentivo ao desenvolvimento da arte.

Tudo isso fez com que Jane aprimorasse o talento, se formando professora de arte e educação pela UNIFAP – Universidade Federal do Amapá e montando o grupo de dança e teatro “Arte em Movimento”. “Éramos um grupo de 25 pessoas e por 5 anos conseguimos ganhar destaque na região com ajuda de instituições, secretaria da cultura e prefeitura para que nos apresentássemos”, completa.

Quando parou com as atividades devido ao Lúpus Jane recorda que o grupo foi convidado para se apresentar internacionalmente na Guiana Francesa. Além disso, outros convites importantes ainda estão guardados na caixinha das melhores lembranças.

Mesmo não podendo voltar ainda à vida artística e a dança Jane fica feliz por saber que muitos dos alunos e membros do grupo seguiram seus passos. “Quero voltar, mas ainda não é o momento, pois para mim a arte é tudo. É a expressão do corpo, da vida, da alma. É a nossa essência e se for para voltar quero estar inteira nos palcos”, desabafa. 

Lúpus: Doença já afeta cerca de 250.000 brasileiros

Sintomas mais comuns são manchas avermelhadas na pele, febre, perda de peso, anemia e alterações de humor. Nefrologista da Fundação Pró-rim alerta para acompanhamento médico e tratamento adequado, pois 35% das pessoas diagnosticadas com lúpus possuem algum comprometimento renal

 

 Segundo dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) estima-se que o lúpus já afeta cerca de 250.000 brasileiros, sendo a maioria mulheres, e é a principal causa de internação hospitalar entre as doenças reumáticas.

Lúpus Erimatoso Sistêmico, como é conhecido entre os profissionais da saúde, ou simplesmente Lúpus, é uma doença inflamatória de origem autoimune que causa variadas manifestações e evolução que pode alterar de um paciente para o outro. Dr. Franco Krüger, nefrologista da Fundação Pró-Rim completa ainda que “o lúpus pode ocorrer em pessoas de qualquer idade, raça, sexo, mas apresenta uma incidência maior nas mulheres, principalmente entre os 20 e 45 anos. Já nos homens, a doença está relacionada diretamente aos rins”.

É uma doença do sistema imunológico, com sintomas diferentes em cada local do corpo. Os mais comuns são: febre, perda de peso, fraqueza, manchas avermelhadas na pele, queda de cabelo, dores nas articulações, alterações pulmonares, convulsões, anemia e até, alterações de humor. Além disso, a doença pode acometer somente a pele, principalmente as regiões que estão mais expostas ao sol, mas também pode atingir um ou mais órgãos internos. É o caso dos rins.

Aproximadamente 35% dos adultos com lúpus possuem algum comprometimento renal no momento do diagnóstico, como nefrite lúpica em 50% dos pacientes nos primeiros 10 anos da doença. Dr. Krüger explica que “o lúpus afeta os rins devido ao desequilíbrio na produção de anticorpos responsáveis pela proteína do próprio organismo e causam a inflamação do tecido renal, levando à fibrose e interrupção de seu funcionamento. As manifestações mais comuns são inchaço nas pernas, urina espumosa, pressão alta e diminuição da quantidade de urina”.

Mas como podemos saber? O nefrologista da Fundação Pró-Rim afirma que o diagnóstico é feito em duas etapas: pela percepção dos sintomas e nas alterações identificadas em exames específicos. “Outros exames, como os anticorpos anti-Sm e anti-DNA são mais específicos, mas detectam a doença em apenas 50% das pessoas”, completa.

Além das medicações, do acompanhamento médico e de todo o tratamento adequado, o médico alerta que, o paciente deve cuidar muito bem de outros fatores, como a alimentação, evitar gorduras, bebida alcoólica e tabagismo, fazer repouso adequado, evitar estresse, praticar exercícios regularmente, além de usar filtro solar e ter atenção rigorosa com medidas especiais de higiene, devido ao risco de infecções.

“Quando o uso de medicamentos é feito corretamente, os exames periódicos e o acompanhamento médico, a doença pode ser controlada, gerando assim uma melhor qualidade de vida aos pacientes com lúpus”, finaliza o nefrologista.

 

Sobre a Fundação Pró-Rim (www.prorim.com.br): A Fundação Pró-Rim é uma entidade sem fins lucrativos com 25 anos de atuação. Realiza tratamento de doenças renais crônicas e possui unidades em Santa Catarina e Tocantins. Está entre as 10 instituições que mais realizam transplantes no país e foi a primeira unidade de hemodiálise de SC a receber o nível máximo de Qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA). Pelo quarto ano consecutivo foi eleita pela Revista Exame, como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

Saúde no verão: Pacientes renais devem se atentar ao consumo de água em excesso

Saúde no verão: Pacientes renais devem se atentar ao consumo de água em excesso

Especialistas alertam que a ingestão de líquidos sem controle pode complicar o quadro do paciente renal

Janeiro de 2013 - Pacientes com disfunção renal que realizam diálise necessitam de uma restrição de líquidos na dieta. “Quanto menos urina, menos líquido o paciente pode beber. A sobrecarga de líquidos pode ser perigosa, causando aumento da pressão arterial, inchaço e edema agudo de pulmão, que pode ser fatal”, afirma a nutricionista da Fundação Pró-Rim, Fabiana Baggio Nerbass.

A especialista afirma que a restrição depende do quanto o paciente urina e da tolerância individual em relação ao ganho de peso “líquido”, que é a quantidade acumulada entre uma sessão e outra de diálise. “Porém, esta recomendação deve ser individualizada”, explica.

Segundo Fabiana, a orientação para saciar a sede é ingerir pouca quantidade de água e sempre gelada, evitar bebidas açucaradas e sugar pedrinhas de gelo. Além disso, a especialista alerta que a sede é consequência direta da concentração de sódio no sangue. “Assim, os pacientes devem ser incentivados e diminuir a adição de sal de cozinha aos alimentos e evitar as preparações industrializadas mais ricas em sódio como embutidos, alimentos processados, enlatados, etc”.

A nutricionista alerta que o paciente renal não deve fazer restrições em sua dieta sem antes procurar o seu médico ou nutricionista para avaliação.

Vivendo com a restrição de líquido

João Antonio Alberto da Silva, 23 anos, faz hemodiálise há 6 anos, tem orientação médica para consumir 600 ml de líquido por dia e afirma que existem algumas formas de suportar a sede nos dias de calor. “Quando estou com muita sede, eu utilizo de alguns segredos como tomar água com limão, colocar gelo na boca e até escovar os dentes. Mas eu sei que a restrição ao líquido está diretamente relacionada ao sucesso de meu tratamento por isso aguento ao máximo”, declara.

 

Sobre a Fundação Pro-Rim (www.prorim.org.br): Entidade sem fins lucrativos com 25 anos de atuação, realiza tratamento de doenças renais crônicas e possui unidades em Santa Catarina e Tocantins. A Fundação está entre as 10 instituições que mais realizam transplantes no país e foi a 1ª unidade de hemodiálise de SC a receber o nível máximo de Qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA).


									

Pró-Rim no site da ABCDT

Fundação Pró-Rim aposta em campanha no Facebook para arrecadar doações

Fundação Pró-Rim aposta em campanha no Facebook para arrecadar doações

Com mais de 7.000 fãs na rede social, entidade disponibiliza uma nova forma para doações online

Janeiro de 2013 – A Fundação Pró-Rim, entidade sem fins lucrativos especializada em nefrologia, anuncia nova ferramenta no Facebook para aumentar seu volume de doações. Com mais de 7.000 fãs no Facebook, a ferramenta permite que as pessoas realizem contribuições entre R$ 10,00 e R$ 90,00 dentro da própria página, de forma rápida e prática.

Para  realizar a doação basta clicar no ícone Doações Online. Andréia Jacopetti, coordenadora de comunicação da Pró-Rim explica que “todo valor arrecadado será destinado ao tratamento dos pacientes e na construção do novo Complexo Hospitalar, que garantirá mais conforto a todos”.

Algumas pessoas já contribuíram através desta nova ferramenta. Cláudia do Carmo, moradora do Rio de Janeiro – a 960 quilômetros da Fundação, que fica em Joinville –, conhece o trabalho da Pró-Rim há mais de 10 anos e foi uma das primeiras a doar pelo novo sistema.  “Vi a oportunidade de doação em uma postagem da Fundação Pró-Rim e está foi a minha forma de retribuir um pouquinho do que recebi deles”, comenta.

Já Raimundo Zanoni, de Joinville, comenta que a doação é válida pela qualidade que a Fundação oferece aos seus pacientes. “Nosso país tem tanto problema de saúde pública que vale a pena contribuir com entidades como a Pró-Rim, que no meio de tanto caos, é uma ilha de qualidade em tratamento”, finaliza.

Visite a página da Pró-Rim: https://www.facebook.com/prorim.

Para acessar a Linkestore da Fundação Pró-Rim, basta entrar no link: https://www.facebook.com/prorim/app_206803572685797.

A Fundação já realizou mais de 1.100 transplantes ao longo de sua atuação, além de mais de 140 mil exames de apoio diagnóstico, 121 transplantes renais e 7.000 consultas em 2012.

Sobre a Fundação Pró-Rim: Entidade sem fins lucrativos com 25 anos de atuação, realiza tratamento de doenças renais crônicas e possui unidades em Santa Catarina e Tocantins. A Fundação está entre as 10 instituições que mais realizam transplantes no país e foi a 1ª unidade de hemodiálise de SC a receber o nível máximo de Qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA).